Sempre me pareceu que a mais pura forma de amor se manifestasse naquilo, que de tudo na vida, é de facto e verdadeiramente nosso, um filho. Exceptuando o nascimento da minha irmã, quando eu tinha apenas 7 anos, nunca acompanhei de perto um nascimento de um bebé cujos pais fizessem parte do círculo das pessoas mais importantes da minha vida. Tenho dois sobrinhos emprestados por quem nutro um amor infinito mas que aquando do seu nascimento ainda não possuía o laço que agora possuo com os respectivos pais. Portanto posso considerar esta experiência como inédita na minha vida, dia 23 de Julho de 2008 nasceu o Gustavo e, cedo ou tarde, não poderia deixar de carimbar esse acontecimento aqui, por variados motivos... Por um que fala por si só, o brotar de uma nova vida, mas sobretudo, pela simples oportunidade de observar nos olhos dos pais desta criança uma felicidade desmedida, uma felicidade que facilmente contagia aqueles que os rodeiam, uma alegria, uma paz, uma harmonia, um aglomerado de sentimentos positivos que juntos resultam em algo indescritível…
Há 2 dias

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